Lembrei agora de quando eu era criança e tinha tempo de sonhar acordada, de cantar no chuveiro, de planejar mil coisas e ,mesmo assim, queria ser gente grande.
Aí, eu cresci. Junto com os pontinhos a mais na carteira de identidade chegaram as responsabilidades. Pedir dinheiro pra mãe ou avó ou pai acaba se tornando chato.
Os biscoitos favoritos e o sorvete no supermercado do mês já não são o suficiente pra ter uma vida plena e feliz.
Resumindo, é necessário "entrar em estúdio" e ensaiar a independencia financeira e pessoal.
Não sei isso é normal com todo mundo que passa por essa transição na vida.
Comecei a sentir falta de um monte de coisas que antes eu não dava valor, ou melhor, que eram simplismente normais, corriqueiras.
Sempre ter alguém pra me levar ao médico por exemplo.A preoculpação com o que a Camilinha vai comer. A verdade é que eu tenho sentido falta de ser cuidada como eu era quando criança.
Naquela época achava tudo isso muito chato, que todos estavam contra mim quando diziam um não ou que todo mundo pegava no meu pé.
De tanto esperniar , de impor , de querer ser dona do meu nariz, hoje em dia eu tenho a tão sonhada "liberdade" que eu sempre quis.
A verdade é que ninguém faz tudo o que quer, limites existem o tempo todo. Se antes eu não fazia pelos nãos que recebia, agora quem me diz não sou eu mesma, a minha consciencia.
Quando eu conheço ou vejo alguma menina com seus 14,15 anos com o mesmo tipo de comportamento que tive nessa idade, da vontade de pegar no pé, como pegaram no meu.Dizer pra ela viver as etapas, como devem ser vividas. Respeitar o seu tempo, porque tudo vem na hora certa. Repetir todos aqueles conselhos que eu recebi anos atrás e só agora fazem sentido.
Pois é.Eu fiquei "velha" aos 19. Me tornei a tia chata das amigas mais novas. Na verdade, eu estou consciente aos 19.Apesar de vez em quando querer voltar no tempo pra fazer tudo diferente. O que foi não volta, e isso todos nós sabemos, mas,tenho muito tempo daqui pra frente, pra fazer as coisas darem certo.
Enquanto isso, em algum bar da cidade, existe alguma mocinha querendo ser adulta , esquecendo que o futuro se faz hoje e que tantas noites são alegrias momentaneas completamente sem sentindo, quando o que realmente importa,quando a vida prática, quando dentro do próprio coração está tudo pelos ares.
Aí, eu cresci. Junto com os pontinhos a mais na carteira de identidade chegaram as responsabilidades. Pedir dinheiro pra mãe ou avó ou pai acaba se tornando chato.
Os biscoitos favoritos e o sorvete no supermercado do mês já não são o suficiente pra ter uma vida plena e feliz.
Resumindo, é necessário "entrar em estúdio" e ensaiar a independencia financeira e pessoal.
Não sei isso é normal com todo mundo que passa por essa transição na vida.
Comecei a sentir falta de um monte de coisas que antes eu não dava valor, ou melhor, que eram simplismente normais, corriqueiras.
Sempre ter alguém pra me levar ao médico por exemplo.A preoculpação com o que a Camilinha vai comer. A verdade é que eu tenho sentido falta de ser cuidada como eu era quando criança.
Naquela época achava tudo isso muito chato, que todos estavam contra mim quando diziam um não ou que todo mundo pegava no meu pé.
De tanto esperniar , de impor , de querer ser dona do meu nariz, hoje em dia eu tenho a tão sonhada "liberdade" que eu sempre quis.
A verdade é que ninguém faz tudo o que quer, limites existem o tempo todo. Se antes eu não fazia pelos nãos que recebia, agora quem me diz não sou eu mesma, a minha consciencia.
Quando eu conheço ou vejo alguma menina com seus 14,15 anos com o mesmo tipo de comportamento que tive nessa idade, da vontade de pegar no pé, como pegaram no meu.Dizer pra ela viver as etapas, como devem ser vividas. Respeitar o seu tempo, porque tudo vem na hora certa. Repetir todos aqueles conselhos que eu recebi anos atrás e só agora fazem sentido.
Pois é.Eu fiquei "velha" aos 19. Me tornei a tia chata das amigas mais novas. Na verdade, eu estou consciente aos 19.Apesar de vez em quando querer voltar no tempo pra fazer tudo diferente. O que foi não volta, e isso todos nós sabemos, mas,tenho muito tempo daqui pra frente, pra fazer as coisas darem certo.
Enquanto isso, em algum bar da cidade, existe alguma mocinha querendo ser adulta , esquecendo que o futuro se faz hoje e que tantas noites são alegrias momentaneas completamente sem sentindo, quando o que realmente importa,quando a vida prática, quando dentro do próprio coração está tudo pelos ares.

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